quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Tchau tchau procê

2008 foi uma ano looongo pra mim.

Não estou muito inspirada pra falar dele.

Mas devo dizer que mudar de curso na faculdade foi algo muito animador.

Esse ano foi o que eu estive mais a beira de um ataque de nervos do que nunca. Acho que posso contabilizar 4 portas rachadas, um box quebrado, 3 ataques de gastrite, 2 cadeiras com as pernas tortas, uma ameaça de agressão com alguns pequenos ferimentos, uma agressão física no meio do trânsito, 10 vociferações por aí. Além da mesa do computador quebrada.

Do mais foi um ano proveitoso. Me mudei para uma casa onde pude respirar aliviada. Agora só falta Internet, gás e consertar o chuveiro.

Não sei se faço os agradecimentos para 2008 por que minha memória anda péssima e não quero ser extremamente injusta.

Mas acho que ninguém vai se importar com um agradecimento especial:

Agradeço ao Carlos André, meu namorado, por ter me ajudado com a faculdade e me ajudado a sair do vermelho, além de ter me dado uma ovelha linda da Imaginarium e dizer que adora a bagunça que eu faço! ^^

Também agradeço a todos os amigos que ficam ouvindo as reclamações dele (especialmente a Suellen que já deve estar de saco cheio disso).

Pra 2009 eu não tenho planos muito claros do que irei fazer... Mas acho que pretendo descer ao inferno e voltar.

Feliz Ano Novo!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Meu favorito

Jardim sem rosas
Camisa aberta
Sem nenhum botão
(Maria Cristina Dias Alves)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Perigo em Frente

Ainda sobre o tiro de segunda.

Acabei de saber que meus primos estavam em frente ao local onde o assaltante foi morto bem na hora do ocorrido.

Aqui nesse trecho da Haddock Lobo tem 4 bancos: O Bradesco, A caixa, o Unibanco e o Banco do Brasil.

O marido da minha prima, acompanhado do meu primo mais novo (órfão recente) estava saindo da Caixa no momento dos tiros. A minha outra prima estava atravessando a rua. Cada um saiu correndo e se escondeu dentro dos estabelicentos que têm em volta.

Realmente não vi a ação, mas agora mudo ligeiramente o que pensei antes: Imagina se esse tiro acerta algum deles?

Há menos de dois meses da morte (por problemas de saúde) de um primo (pai do que estava aqui naquela hora) esse tipo de situação me faz ficar ainda mais revoltada.

Eu mesma estaria na rua aquela hora. Estaria em um banco pagando minhas contas se não fosse um tremenda falta de vontade de enfrentar filas.

Os carros e policiais em volta do morto. Atrás a Caixa

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Assaltante morto na Haddock Lobo

Segunda-Feira,15 de dezembro 20:00 horas

Ele ainda está lá. Acabei de chegar perto da janela e ver. Já fazem mais de 4 horas que morreu.

Estava eu cochilando à tarde, como costumo fazer no verão. Não ouvi barulho de tiros, mas ouvi uma moto caindo no chão e depois apitos de guarda de trânsito, lembro vagamente de muita gritaria. Mas como aqui é uma rua movimentada e muito barulhenta, eu não dei bola. Quando saí para fazer um lanche é que eu vi o que tinha ocorrido.

Haviam 3 carros da polícia e uma multidão em volta, pude ver o saco preto e a moto caída.

Não podia perder a oportunidade, corri até em casa e peguei a câmera. Realmente estava difícil de fazer fotos, podem até achar pelos meus exemplos que não fiz nenhuma boa, mas minha escolha foi intencional.


Ao longo do caminho cada um ia me contando parte da história e outros iam confirmando.

O defunto era um homem que há uns anos atrás (até mais ou menos uns 3) trabalhou como flanelinha em frente ao Banco Bradesco. Não se sabe há quanto tempo estava fazendo isso, e se no caso a idéia partiu dele ou do outro. Fato é que a mãe do homem chorou tanto quando encontrou o filho morto que uma senhora que mora no nono andar de um dos prédios conseguiu ouvir.

Segundo o jornal O Dia on-line:

Foi identificado como Valter Rodrigues o assaltante baleado e morto na tarde desta segunda-feira na Rua Haddock Lobo, na Tijuca, Zona Norte da cidade.

O bandido foi atingido durante troca de tiros com policiais na altura do número 409. Ele era acusado de praticar a chamada "saidinhas de banco" no bairro.

Policiais perceberam a ação de Valter e de um comparsa na Tijuca e iniciaram a ação. Houve troca de tiros e o assaltante foi atingido. O outro suspeito conseguiu escapar.

Fico pensando na tal ação dos policias. Essa rua é extremamente movimentada!!! Realmente não vi a ação, mas e se esse tiro pega em outra pessoa?

O outro, que ficou ferido me disseram que ameaçou um taxista com a arma e fugiu (alguns dizem que com o dinheiro).

Me lembro dele vagamente, me lembro que não ia muito com a cara dele, nada que pudesse afirmar com certeza... Não costumo ir com a cara das pessoa sque ficam na rua, dequalquer forma. Não sei se na época em que era flanelinha ele já tinhas aspirações de bandido, mas ao que me parece, não deve ter sido nada fácil a vida dele, ainda por cima para acabar assim.

Quem o conhecia de vista, ficou compadecido da situação e preferiram não julgar, a não ser pra dizer que foi uma escolha ruim de caminho.

Mas há quem vá pensar: Bem feito.

...

sábado, 13 de dezembro de 2008

Pen Drive Perdido

Perdi meu pen drive há uns dias atrás.

Escrevi meu nome errado nele, lá está CLARA GRIVICIH, talvez esteja difícil de ler. Ele é um pen drive da Dane-Elec com 4 GB e é vermelho. O que chama realmente a atenção é que tem o desenho de um coração na tampa dele.

Dentro dele tem a única cópia de um arquivo que eu estou precisando muito.

Por favor, quem o encontrar, entre em contato por comentário nesse blog. Faça comentário nesse tópico e/ou no tópico mais recente.

Eu acho que o esqueci num taxi, mas pode ter sido em outro lugar.